Por Rúbia
“Boa
noite colegas, a infância acredito eu que é a fase mais marcante em minha vida
,cheia de novidades e descobertas ,e as principais aconteceram na escola.
Comecei a estudar com 5 anos no jardim da infância no Matheus Maylaski e as regras já eram rígidas, o
uniforme tinha que estar impecável. Com 6 anos passei a frequentar uma série
chamada cartilha anterior ao 1º ano, aí fui alfabetizada usando cartilha caminho
suave e caderno de caligrafia. Me lembro que a professora insistentemente
ensinava ondinha vai ondinha vem pra letra C e sobe dá um laço e desce pra
letra E. No final do ano eu já escrevia e lia com uma letra bem redondinha mesmo sendo canhota , algo que nunca foi
problema até então em minha vida. No 1º ano a professora de comum acordo com
minha mãe resolveu que eu teria que escrever com a mão direita, foi horrível
tive que começar tudo de novo e o pior minha dificuldade foi imensa mas
aprendi, porém não tenho coordenação motora nenhuma até hoje e minha letra tornou-se tremida . A partir daí, perdi o incentivo para a escrita. Até hoje escuto as pessoas falarem que eu não
posso escrever algo coletivo porque
minha letra é ilegível e o pior que é real. Continuo fazendo tudo com a mão
esquerda e só escrevo com a direita sem
coordenação motora .Talvez seja por isso que na escola procurei participar mais
das atividades faladas, pelo menos ninguém iria fazer nenhum comentário sobre
a letra feia da Rubia.”
Por Suzana
“Recordo-me com carinho da minha escola e da minha primeira
professora, era uma pessoal gentil, tratava a todos com carinho.
Também me lembro da cartilha “Caminho Suave”, pela qual fui
alfabetizada, mas o que eu mais gostava era da biblioteca que era ampla e
completa, toda a semana todos íamos à biblioteca para escolha dos livros,
éramos orientados pela “Dona Márcia” qual prateleira deveríamos escolher os
livros que eram apropriados para a nossa idade.
Lembro-me que podíamos folhear os livros, gibis, revistas,
geralmente escolhia vários. Era apaixonada pelos livros de “contos- de –fada”.
E todo o meu ensino primário foi assim, o qual despertou em
mim a curiosidade pelos livros e o prazer de ler.
Quando estava na quarta série teve um projeto de leitura o
qual se chamava “Grupo dos Seis”, e como era frequentadora assídua da
biblioteca, fui convidada a participar.
Foi uma experiência agradável, pois eu gostava de ler e
comentar o que tinha lido no final do projeto me lembro de que ganhamos uma
coleção de livros... lógico adoramos.
Quanto à escrita odiava aqueles ditados, pois, tive
dificuldades em escrever. Acredito que é
por isso que não gosto de escrever, apesar de amar ler.
Procuro passar para os meus alunos o prazer de ler e também
sempre estímulo à escrita para que eles desenvolvam essas habilidades, que
sabemos que são essenciais na nossa vida.”
Por Maria José...
“Oportunidade
excelente para nos
fazer voltar ao
alicerce cultural de nossas
vidas.
O que me veio a
tona, imediatamente, foram as
canetinhas silva pen: uma caixa
com doze e bem coloridas
Elas
significaram para mim um dos
momentos mais prazerosas
que me ligavam
ao nome: escola!
Foi um presente que
.meu pai uma pessoa muito simples..............me deu
por ocasião de bondade
Lembro do meu professor que trouxe
as tais canetinhas de outra cidade,pois a cidade minha era muito
pequena e que
com elas pude entrar
no mundo mágico. Ca arte , da
criação e da liberdade de
pintar, colori as coisas
do meu jeito.
Acho que ai é que
descobri o meu talentoso e habilidade para
artes manuais e
jogo de cores bem simétricos que ,
hoje faço como habby
mas que sem pré
me encantam.
Fico feliz ao
saber que os
projetos da escola
moderna valorizam a sensibilidade e
artes de forma
redimensionada e que os
autores responsáveis pelos
pareceres legais contemplam
que a arte, que
atua na sensibilidade acionam
o ser humano para o
aprender a aprender.
A a porta de
entrada que tive
ao mundo do saber
foi , com certeza a
arte pois a com ela
tinha que nominar as coisas
que desenhava, pintava e
escrevia e adorava
quando podia tudo ser colorido.
Os personagens
das historias que me
encantavam, as tabelas
de números e formas que nos
faziam aprender a lógica e
a matemática e a ciências.
Sempre que
posso valorizo e estimulo meu
alunado a “
embelezar” e aproveitar
seu senso antitético para
reter e entender as informações que
precisam e tornar
em conhecimento para que o mundo
da aprendizagem seja, primeiro, alegre
prazeroso para que se faça um
legado para toda a vida.”
Por Salete...
“Meu primeiro contato com a leitura e escrita foi a cartilha
caminho suave, nossa me lembro como era gostoso de ver imagens, tinha
atividades de ligar os desenhos com os respectivos nomes, e também lembro que
meu pai comprava nas bancas de jornais as enciclopédias e depois da última
edição vinha a encadernação como era lindo ficavamos fascinados com as
gravuras e até hoje está guardado na
casa de meus pais.
Também me lembro que usavamos muito o caderno de caligrafia eu adorava e sempre era para fazer de lição de casa. E também liamos muito gibi, minha mãe sempre comprava, e ainda quem não se lembra do álbum de figurinhas do casalzinho com frases românticas que também era uma forma de leitura grande sucesso dos anos 80 ( Amar é ) nossa tempo bom.”
Por
Maurício
“Nossa,
vejo todos os cursistas dizendo sobre suas experiencia de leitura e eu estava
lembrando das minhas, meio que traumaticas, pois tive muitas dificuldades nas
series iniciais, porem tinha um excelente leitura de signos.
Hoje sou
facinado por leitura jornalistica/ informativa. Alias lembro que meu habito de
leitura veio da leitura diaria do jornal e também de revistas mensais.
Entreanto,
hoje não tenho o habito da leitura literia, ja tentei diversas vezes, mas como
sou uma pessoa visual, não tenho a paciencia.”
Por Sílvia
Por Sílvia
“A
minha experiência com leitura começou bem pequena. Morávamos no sitio e toda
vez que o meu pai ia para fazer compras em São Paulo trazia mangás, adorava ler
muito, às vezes esperar pela continuação das histórias era muito legal. Depois
quando entrei na escola, tive muita dificuldade, nas escritas em português.
Lembro que consegui superar tudo isso no ensino médio, quando tive que ler
treze romances ao ano. Na época foi um sacrifício tremendo pra mim, mas foi
muito bom ao mesmo tempo, pois consegui superar muitas dificuldades...”
Cada qual tem experiências com a leitura e escrita bem rica, que a gente volta para o passado para refletir.
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ResponderExcluircolegas cada um com sua experiência porém todas inesquecíveis.Assim acredito que seremos na vida de nossos alunos
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