quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Depoimentos sobre Leitura e Escrita

Por Rúbia


“Boa noite colegas, a infância acredito eu que é a fase mais marcante em minha vida ,cheia de novidades e descobertas ,e as principais aconteceram na escola. Comecei a estudar com 5 anos no jardim da infância no Matheus  Maylaski e as regras já eram rígidas, o uniforme tinha que estar impecável. Com 6 anos passei a frequentar uma série chamada cartilha anterior ao 1º ano, aí fui alfabetizada usando cartilha caminho suave e caderno de caligrafia. Me lembro que a professora insistentemente ensinava ondinha vai ondinha vem pra letra C e sobe dá um laço e desce pra letra E. No final do ano eu já escrevia e lia com uma letra bem redondinha  mesmo sendo canhota , algo que nunca foi problema até então em minha vida. No 1º ano a professora de comum acordo com minha mãe resolveu que eu teria que escrever com a mão direita, foi horrível tive que começar tudo de novo e o pior minha dificuldade foi imensa mas aprendi, porém não tenho coordenação motora nenhuma até hoje e  minha letra tornou-se tremida . A partir daí, perdi o incentivo para a escrita. Até hoje escuto as pessoas falarem que eu não posso escrever algo  coletivo porque minha letra é ilegível e o pior que é real. Continuo fazendo tudo com a mão esquerda e só escrevo com a  direita sem coordenação motora .Talvez seja por isso que na escola procurei participar mais das atividades faladas, pelo menos ninguém iria fazer nenhum comentário sobre a letra feia da Rubia.”


Por Suzana
“Recordo-me com carinho da minha escola e da minha primeira professora, era uma pessoal gentil, tratava a todos com carinho.

Também me lembro da cartilha “Caminho Suave”, pela qual fui alfabetizada, mas o que eu mais gostava era da biblioteca que era ampla e completa, toda a semana todos íamos à biblioteca para escolha dos livros, éramos orientados pela “Dona Márcia” qual prateleira deveríamos escolher os livros que eram apropriados para a nossa idade.

Lembro-me que podíamos folhear os livros, gibis, revistas, geralmente escolhia vários. Era apaixonada pelos livros de “contos- de –fada”.

E todo o meu ensino primário foi assim, o qual despertou em mim a curiosidade pelos livros e o prazer de ler.

Quando estava na quarta série teve um projeto de leitura o qual se chamava “Grupo dos Seis”, e como era frequentadora assídua da biblioteca, fui convidada a participar.

Foi uma experiência agradável, pois eu gostava de ler e comentar o que tinha lido no final do projeto me lembro de que ganhamos uma coleção de livros... lógico adoramos.

Quanto à escrita odiava aqueles ditados, pois, tive dificuldades em escrever.  Acredito que é por isso que não gosto de escrever, apesar de amar ler.

Procuro passar para os meus alunos o prazer de ler e também sempre estímulo à escrita para que eles desenvolvam essas habilidades, que sabemos que são essenciais na nossa vida.”

Por Maria José...
“Oportunidade   excelente   para  nos  fazer   voltar  ao    alicerce   cultural de  nossas  vidas.

O que  me  veio  a tona, imediatamente,  foram  as  canetinhas  silva pen: uma  caixa   com  doze e bem coloridas

Elas  significaram  para mim  um dos  momentos  mais  prazerosas  que  me  ligavam   ao  nome: escola!



Foi  um presente  que   .meu pai uma pessoa muito simples..............me  deu  por  ocasião    de bondade

Lembro  do meu  professor que   trouxe   as tais  canetinhas  de outra cidade,pois a cidade minha era muito pequena  e  que  com elas  pude  entrar  no mundo  mágico. Ca  arte , da  criação e  da liberdade  de  pintar, colori  as  coisas   do meu  jeito.

Acho que  ai é  que  descobri  o meu  talentoso e habilidade  para  artes  manuais  e   jogo de  cores   bem simétricos   que  , hoje faço  como  habby  mas  que  sem pré  me  encantam.



Fico  feliz  ao  saber  que    os  projetos  da  escola  moderna  valorizam   a sensibilidade  e  artes  de  forma   redimensionada e  que  os  autores   responsáveis  pelos  pareceres  legais  contemplam  que   a  arte, que  atua  na  sensibilidade   acionam  o ser  humano  para  o aprender  a aprender.

A  a porta  de  entrada  que  tive  ao  mundo  do saber   foi  , com certeza  a  arte  pois  a com ela  tinha  que nominar  as coisas  que  desenhava, pintava  e  escrevia  e  adorava  quando podia  tudo  ser colorido.

Os personagens  das  historias  que  me encantavam,  as  tabelas   de números  e formas que   nos  faziam  aprender  a lógica e  a matemática e a ciências.

 Sempre  que  posso  valorizo e estimulo meu alunado  a  “  embelezar”  e  aproveitar  seu senso  antitético  para   reter e entender    as informações  que  precisam  e   tornar  em conhecimento  para que o mundo da  aprendizagem  seja, primeiro,  alegre  prazeroso para que se  faça  um  legado  para  toda a vida.”

Por Salete...
“Meu primeiro contato com a leitura e escrita foi a cartilha caminho suave, nossa me lembro como era gostoso de ver imagens, tinha atividades de ligar os desenhos com os respectivos nomes, e também lembro que meu pai comprava nas bancas de jornais as enciclopédias e depois da última edição vinha a encadernação como era lindo ficavamos fascinados com as gravuras  e até hoje está guardado na casa de meus pais.

Também me lembro que usavamos muito o caderno de caligrafia eu adorava e sempre era para fazer de lição de casa. E também liamos muito gibi, minha mãe sempre comprava, e ainda quem não se lembra do álbum de figurinhas do casalzinho com frases românticas que também era uma forma de leitura grande sucesso dos anos 80 ( Amar é ) nossa tempo bom.”




Por Maurício

“Nossa, vejo todos os cursistas dizendo sobre suas experiencia de leitura e eu estava lembrando das minhas, meio que traumaticas, pois tive muitas dificuldades nas series iniciais, porem tinha um excelente leitura de signos.

Hoje sou facinado por leitura jornalistica/ informativa. Alias lembro que meu habito de leitura veio da leitura diaria do jornal e também de revistas mensais.

Entreanto, hoje não tenho o habito da leitura literia, ja tentei diversas vezes, mas como sou uma pessoa visual, não tenho a paciencia.”


Por Sílvia


“A minha experiência com leitura começou bem pequena. Morávamos no sitio e toda vez que o meu pai ia para fazer compras em São Paulo trazia mangás, adorava ler muito, às vezes esperar pela continuação das histórias era muito legal. Depois quando entrei na escola, tive muita dificuldade, nas escritas em português. Lembro que consegui superar tudo isso no ensino médio, quando tive que ler treze romances ao ano. Na época foi um sacrifício tremendo pra mim, mas foi muito bom ao mesmo tempo, pois consegui superar muitas dificuldades...”

5 comentários:

  1. Cada qual tem experiências com a leitura e escrita bem rica, que a gente volta para o passado para refletir.

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  5. colegas cada um com sua experiência porém todas inesquecíveis.Assim acredito que seremos na vida de nossos alunos

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